Tunísia (parte 2)

Episódio de hoje: Nabeul

Na sexta-feira dia 12 fomos até Nabeul (Lê-se Nabúl). Compramos uma ‘viagem’ com um dos tours guys do hotel. Pagamos cerca de 15 dinars por pessoa. Um ônibus nos pegou e nos trouxe de volta ao hotel. Foi nosso primeiro passeio, e turista calouro recém-chegado sempre se ferra né? Então, logo depois ficamos sabendo que de táxi daria +- 7 dinars aaaaaaaah todasgrita. Enfim.

Na verdade fomos apenas até o ‘Nabeul Markt‘, o qual nos foi repassado que seria um mercado de louças, cerâmicas, porcelanas e essas coisas assém. Não sei porque diabos nos passou pela cabeça que seria um mercado desses milenares e tal, em ruínas (a gente viaja fisicamente e mentalmente, vai dizer?). E a realidade é que nada mais era que um grupo de vielas recheado de camelôs lojinhas com zilhões de artesanados, souvenirs bacanas e roupas/acessórios de ‘marca’ à la Paraguai, sacolé? Ou… ‘réplicas’. Tem coisa mais ridícula que chamar uma cópia ilegal de réplica? Soa menos criminal huahe

E sobre Nabeul Markt: perda de tempo, dinheiro, paciência e hidratação. Chegou uma hora que tínhamos medo de olhar para os produtos pois os vendedores puxam a gente fisicamente e insistiam pra cacildes para comprarmos algo. Chegou uma hora que eu disse pra um mala lá: ‘posso olhar de graça?’ E como formiguinhas doidas, crianças de 5 a 10 anos vendendo pulserinhas artesanais. Eles andam em grupo e um por um oferecem a cada 10 segundos, sem mentira. Eles sabem que a gente diz não, mas vem o próximo com as mesmíssimas pulserinhas e já sabem a resposta que levarão. Dá pena e dá raiva ao mesmo tempo.

Obviamente todos que lá andam são turistas. Estávamos com o bolso preparado para compritchas e acabei saindo de lá apenas com dois pratinhos dourados (tem foto logo mais, e o cara ainda me fez tirar foto com as ferramentas ¬¬). E só comprei dele porque ele foi o único que não insistiu, não empurrou os produtos nem nos puxou. Fikadika pras amilgas e amilgos vendedores. É extremamente broxante. Teve um que eu um ‘soquinho’ (para nos puxar até sua loja) no ombro do Herr. Logo pensei em também pedir dinheiro para a luta livre que poderia se armar, mas o cara se perdeu entre a multidão e não nos alcançou mais.

Levaria ainda mais meio markt na bolsa, mas eu nunca me incomodei tanto com vendedores. Que saudade das gurias do Mercado Público de Florianópolis e comércio central de Joinville: “Queira maish, quirída?”! Ou até de certas lojas as quais você entra e fica um funcionário fantasma te seguindo em silêncio… sabe? Ai como é bom! Ninguém te puxa, ninguém insiste loucamente. Aí googlando por aí pra ver se era só eu que estava chatenha com Nabeul Markt, encontrei mais um caso ou outro de não muito sucesso.

Nabeul Markt:

O conhecido “Tuk tuk”. Veloz feito motoboy de Sampa

Momento yellow smile


Tiozinho fazendo pratos

Voltamos ao hotel: “It was… nice. No, not nice. It was… good. No, not good. Could be good. Wait… it was… it was… interesting. Yeah, maybe.”

Eu desejo toda micose, cistite, enxaqueca e cataratas do mundo para os vendedores.

Então, mercado bonitinho mas ordinário.

Amanhã mais um capétolo! :-)

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3 respostas para Tunísia (parte 2)

  1. karine smith disse:

    Que viagem bacana!!
    Tive um amigo que foi jogar futebol aí, mas ele detestava! hahahaha

    beijoooo

  2. Marcelle disse:

    Rolei de rir imaginando vcs , branquelos q são, no meio da multidão, do calor, da gritaria.
    Duque de Caxias mandou beijos estalados pq lá é igualzinho !!! hehe

    bjs

  3. Pingback: Tunísia (parte 6) « Brunalemanha

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